Tipos de palestras | Genebaldo Freire

Genebaldo Freire Dias

Tipos de palestras

                   Portfólio de Intervenção – Prof. Genebaldo Freire Dias

 

  1. Apresentação

As palestras, conferências ou oficinestras do Prof. Genebaldo são elaboradas e apresentadas em função dos objetivos, público-alvo, características e contexto do evento. Assim, são únicas. Dessa forma, podem contribuir para a efetividade do evento.

Possui um repertório variado de recursos formacionais, em linguagem simples, objetiva e descomplicada, enriquecidos com imagens e sons facilitadores da compreensão que tornam as suas apresentações muito dinâmicas, lúdicas e com forte apelo ético-emocional.

Aborda os principais desafios e cenários socioambientais nos quais a humanidade está imersa. Promove um conjunto de reflexões a respeito da condição humana e conclama a todos para as múltiplas tarefas de participação nas ações de transformações que se fazem necessárias.

Examina as principais questões ambientais de forma crítica, autocrítica, reflexiva e analítica, com realismo, humor e esperança, humanismo e espiritualismo

Temas como riscos globais, segurança hídrica, alimentar, energética e climática, vulnerabilidade social e dilemas da sustentabilidade são postos de forma a acentuar a responsabilidade individual e coletiva no enfrentamento dos desafios vigentes. Sem enfoque apocalíptico ou ecológico radical, os trabalhos são conduzidos de forma lúdica e interativa.

As pessoas são envolvidas em um processo cognitivo-emotivo de ampliação da percepção e elevação da autoestima que as estimulam a adotar novas atitudes, hábitos e decisões que visem a melhoria das relações do ser humano com ele mesmo, com o próximo e com o ambiente. Busca-se assim, a melhoria da qualidade de vida e consequentemente a elevação da qualidade da Experiência Humana na Terra.

 

  1. Tipos de Intervenção

 

  1. Oficinestra para professores
  2. Oficinestra para empresas/colaboradores
  3. Conferência para abertura de eventos
  4. Para empresários / colaboradores
  5. Para professores / coordenadores/diretores escolas
  6. Para a Comunidade
  7. Para público universitário

 

 

 

 

  1. Justificativa – Contexto

 

A despeito de todas as evidências objetivas da degradação ambiental global que se mostra diariamente no mosaico dos telejornais do mundo, ainda há uma forte resistência de renúncia a práticas econômicas reconhecidamente destruidoras das bases de sustentação da própria economia e da qualidade de vida das pessoas.

 

Uma espécie que degrada os processos que asseguram a própria existência e as suas possibilidades de evolução, sem dúvidas, experimenta uma nítida falha de percepção. Há uma necessidade premente de se cutucar a percepção para se erradicar o analfabetismo ambiental.

Imersas em um estilo de vida que suga o seu tempo e a sua energia em ocupações cada vez mais estressantes e alienantes, as pessoas passam a maior parte do seu tempo em busca de dinheiro para satisfazer os infindáveis e insaciáveis desejos de consumo, comprando coisas que vão virar lixo. Assim, envolvem-se em competições alucinantes e intermináveis, em estafantes rituais de trabalho sempre urgentes, em detrimento das coisas fundamentais. Seguem roteiros previsíveis de perda de saúde geral, alternando niilismos e hedonismos, ou mesclando os ditos.

Como consequência desse apagão perceptivo-existencial se experimenta uma notável coleção de fracassos adaptativos configurados por epidemias crônicas renitentes e crescentes (diabetes, pressão alta, câncer, ansiedade-estresse contínuo, alergias, síndrome do pânico, depressão, suicídio e outros), catalisados por egolatria, consumismo exacerbado, erosão ética e multinfecção moral que miserabilizam a vida humana.

O processo de educação ambiental que desconhece esse contexto está fadado ao fracasso.

Infelizmente, nas últimas décadas, a educação ambiental, processo que poderia contribuir para as mudanças de rotas desestabilizadoras, estagnou perigosamente nos elementos de gestão ambiental (coleta seletiva, reciclagem, compostagem, reuso, economia de água e energia elétrica, hortas, gincanas, campanhas e outros), cujo potencial indutor de mudanças se mostrou no limiar do inócuo.

As intervenções do Prof. Genebaldo são diferenciadas dessas práticas já desgastadas e de baixa eficiência. Inova, instiga, motiva e demonstra o fascínio de se viver uma bela experiência terrestre por meio da descoberta e resgate de valores humanos de respeito, solidariedade e gratidão.

  1. Requerimentos

Tempo: ajustável aos objetivos e configuração do evento;

Tema ambiental: previamente discutido e ajustado com os organizadores do evento;

Material necessário: ajustável às condições do evento e ao tipo de intervenção (palestra, conferência, oficinestra);

Custos: atuação sem fins lucrativos, no entanto, o evento deve cobrir despesas com passagens, translados, hospedagem, seguro e pró-labore simbólico.

Informações: Tel. 61-99984-6393

Email: genebaldo5@gmail.com

Site: www.genebaldo.com.br

 

  1. Exemplo de intervenção

 

Oficinestra para professores

 

O que é uma oficinestra: Um misto de palestra e oficina.

 

Em que consiste (Metodologia): Execução de pelo menos 30 práticas inovadoras de Educação Ambiental (dinâmicas e instrumentações) mesclada por intervenções sensibilizadoras (microvídeos) e culminando com uma palestra impactante (300 slides em 30 minutos);

 

Natureza da Oficina: Eminentemente prática, lúdica, interativa, inovadora, instigante e surpreendente. Fortalecedora da autoestima e da crença nas potencialidades das pessoas como agentes de transformação evolutiva;

 

Objetivo: Ampliar e cutucar a percepção das pessoas sobre os cenários e desafios evolucionários postos à sociedade humana, e estimular a apreensão, crítica e autocrítica sobre o nosso estilo de vida, identificando problemas, alternativas de soluções e formas individuais e coletivas de participação efetiva nas mudanças que se fazem necessárias;

 

Conteúdo (ementa): Exame crítico e autocrítico das relações pessoas-ambiente por meio do exame das nossas percepções, dos nossos hábitos, atitudes, decisões e comportamentos, nas formas de produção, consumo e descarte que contribuem para a fragilização da sustentabilidade humana; inovação, eficiência, simplicidade, cooperação, ética e valores humanos, fundamentos para a reconfiguração de sociedades possivelmente sustentáveis;

 

Justificativa da abordagem: As práticas de EA estacionaram nos elementos de gestão ambiental (lixo, coleta seletiva, reciclagem, economia de água e energia elétrica, fontes renováveis, desperdícios, hortas, efeito estufa, mudança climática e outros) e em temas renitentes. Apesar da importância destes, a situação socioambiental crítica atual requer práticas que examinem mais profundamente as razões dos cenários vigentes e sinalizem alternativas de enfrentamento dos desafios, dentre eles, escapar da profunda falha de percepção na qual a humanidade está imersa;

 

Título da Oficinestra: Dinâmicas e Instrumentação para a Educação Ambiental;

 

Regente: Prof. Dr. Genebaldo Freire Dias (www.genebaldo.com.br);

 

Carga horária: oito h/a;

 

Vagas: 30 ou grandes grupos (De 100 a  400 participantes);

 

Material necessário: Para 30 participantes: Data show, reprodução de som para música; sala com cadeiras móveis; 15 folhas de cartolina branca. Fita adesiva (crepe, um rolo); pincéis (dez, em cores variadas); trinta tangerinas; um livro referenciado para cada participante.

 

Para grandes grupos: amplificação de voz e música (pen drive); ambiente que possa oferecer excelente qualidade de imagem (sala escura); auxiliar para som, luz e imagem; um livro referenciado para cada participante;

 

Referência bibliográfica: Dias, G.F. Dinâmicas e instrumentação para a Educação Ambiental. Editora Gaia, SP, 215 p.

 

Condicionante: Não serão permitidas filmagens e/ou fotografias durante o evento.

Sobre o autor

Bacharel, Mestre (M.Sc) e Doutor (PhD) em Ecologia pela UnB, autor de 19 livros sobre a temática ambiental; tem 43 anos de prática acadêmica e ativismo ambientalista. É o autor brasileiro mais citado nos processos de Educação Ambiental.

Em 2013-2016 cerca de 20 mil pessoas assistiram às suas palestras, conferências e oficinas (oficinestras) em todo o Brasil e no exterior. Com abordagens atuais, inovadoras e instigantes vem promovendo a sensibilização de pessoas em eventos em universidades, empresas e comunidades, a respeito dos cenários e desafios socioambientais postos à sociedade humana. Estimula a ampliação da percepção, sugerindo novas práticas, decisões, atitudes e hábitos que resgatem e criem novos valores sintonizados com a sustentabilidade socioambiental.



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