Manual d@ Voluntári@

Manual do voluntário

15. Manual d@ Voluntári@     2002, 60 p., manual

Quando era Diretor do Parque Nacional de Brasília, afastou-se para o doutorado. No retorno, contando com a grande colaboração do então Diretor (Elmo Monteiro da Silva Jr) coordenou o Programa de Educação Ambiental do Parque, imlantando projetos e de formação e instrumentação que se tornaram referência nacional.

No Parque criou trilhas com interpretação ambiental, montou exposições e equipamentos de senso-percepção (ilha da meditação, riachinho, labirinto e outros) e sistematizou cursos para professores e para pessoas que haviam cometido crimes ambientais e recebiam como pena alternativa, fazer os seus cursos.

Nessa caminhada, formou o Corpo de Voluntários do Parque Nacional de Brasília, a primeira experiência relatada no País. À época, não havia ainda a Lei do Voluntariado. Então, para evitar problemas jurídicos com o serviço público, fundou uma ONG (Associação dos Funcionários e Voluntários do PNB). Por meio desta, consegui implantar diversos serviços, com o apoio de várias parcerias – Ministério Público, por exemplo -, e assim realizar vários serviços de pesquisas e de formação.

A publicação desse manual foi o corolário desse serviço que chegou a reunir pessoas de várias formações, estudantes, aposentados, militares reformados, jornalistas, pessoas da comunidade em geral, que se engajavam no projeto e prestavam serviços ao PNB, atendendo no Centro de Visitantes, nas trilhas, em eventos e vários outros serviços.

Um fato curioso é que no período em que se organizou o lançamento do Manual, a direção do parque foi informada que não deveria fazer o lançamento. Motivo: sabe-se lá!

Comentou-se a que uma consultoria caríssima havia sido contratada para tanto e os anos se passaram e o produto não saia do papel. Coisas assim.

Mas o manual virou realidade, foi reproduzido e distribuído para todo o País e auxiliou muitas unidades de conservação a desenvolver os seus.

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